Como usar o financeiro do escritório
Feito para conversar com a contabilidade do escritório. Só administrador acessa este módulo.
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01
Confira o plano de contas
O escritório já nasce com um plano de 23 contas, organizadas nos grupos da DRE. Ajuste ao que a sua contabilidade usa antes de começar a lançar — mudar depois obriga a reclassificar o que já entrou.
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02
Lance uma receita ou despesa
Todo lançamento entra classificado numa conta. O valor é digitado da direita para a esquerda, como em qualquer sistema financeiro: “1234” vira R$ 12,34. Vincule ao processo e ao cliente quando fizer sentido — é daí que sai a resposta para “esse caso se pagou?”.
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03
Parcele ou torne recorrente
Honorário em parcelas é dividido pelo sistema, com a sobra dos centavos na primeira parcela — sem diferença de um real no fim. Despesa que se repete todo mês é lançada uma vez e distribuída pelos meses à frente.
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04
Dê baixa no recebimento
A baixa registra juros e multa separados do desconto, e ambos separados do valor de face. Escolha a conta bancária que recebeu — é o que faz o extrato bater no fim do mês.
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05
Leia a DRE
O relatório sai nos dois regimes. Caixa responde “quanto entrou”; competência responde “quanto foi ganho”. O contador precisa do segundo; o sócio costuma pensar no primeiro. Discutir resultado misturando os dois é o começo de uma briga.
Perguntas frequentes
O sistema emite nota fiscal?
Não. A emissão é municipal e varia demais entre prefeituras. O módulo organiza o dado para que o contador trabalhe — que é coisa diferente.
Dá para saber quanto uma área do escritório deu de lucro?
Dá, pelos centros de custo. Cadastre cível, trabalhista, consultivo — e classifique os lançamentos. A DRE agrupa por eles.
Por que só administrador vê o financeiro?
Porque ele expõe faturamento, honorários por cliente e resultado do escritório. É o único módulo com essa restrição no nível do controlador inteiro.
Outros guias: Primeiros passosProcessosPrazos e agendaWhatsAppPortal do clienteDocumentos e modelosConfigurações
Ainda com dúvida?
Todo escritório em avaliação fala com gente de verdade — não com formulário.
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